terça-feira, 15 de outubro de 2013

Review Saucony Kinvara 4

Caraterísticas


Categoria: natural running
Drop: 4 mm
Peso: 218 g (homem) e 205 g (mulher)
Tecnologia PowerGrid
(página oficial)

Review

Ainda agora saíram e já arrecadam prémios: Runner's World Best runners update. Boa forma de entrar no mercado. 

Pessoalmente também lhes dou um prémio: o de sapatilha favorita. A explicação é simples: são leves, bonitas, têm reforço a meio do pé e pouco reforço no calcanhar, tornando a nossa passada natural (porque naturalmente devemos correr com a primeira metade do pé e não com o calcanhar) e leve, porque se corremos menos com o calcanhar, travamos menos e corremos mais rápido usando o mesmo esforço.

Podem parecer demasiado leves devido às 218 gramas/par no tamanho 43 mas a verdade é que como nos obrigam a correr de forma correta não é necessário tanto amortecimento. São sapatilhas que se destacam pela sua ampla versatilidade, uma vez que tanto podem ser usadas para treinar (independentemente da distância do treino) como para competir (e aqui a distância da prova volta a não importar). Uma novidade deste modelo é que introduz a tecnologia PowerGrid, oferecendo o mesmo amortecimento que a tecnologia ProGrid mas com ainda menos peso.

Devo dizer que foi este modelo, mas na segunda versão (Kinvara 2) que me conquistaram e me fizeram ser fã da Saucony. Antes das Kinvara 2 usava Asics porque pensava eu ser a melhor marca de calçado, contúdo raras eram as semanas que não sentia um "toque" no joelho. Não tirando o mérito que a Asics merece digo e repito: este modelo da Saucony é o melhor do mundo e mete qualquer modelo da sua categoria, dos que já usei, completamente de lado. Depois de começar a usar as Kinvara 2 (depois as 3 e agora as 4), deixei de ter esses "toques" no joelho e a explicação foi dada acima: deixei de apoiar o calcanhar no chão. Obrigado Saucony!

Em forma de conclusão, este modelo é bastante leve, a tender para o minimalista, próprio para treinar mas também para competir (independetemente da distância), estéticamente muito à frente e adaptável a quase toda a gente. Disse e volto a dizer: a melhor sapatilha do mundo.

Desempenhos e comparações com outra marca, na maratona/meia-maratona (para mim e não só)


Em mim
Corri a maratona, no passado dia 6 de outubro de 2013 (em 2h57m30s) com as Kinvara 4 e estava à espera de, a certa altura, me arrepender devido ao minimalismo que estas introduzem (4mm de drop), contúdo tenho a certeza que fiz a escolha certa e cheguei ao fim feliz com a decisão.

Na minha namorada
Ofereci o mesmo modelo à minha namorada, que foi correr a meia-maratona. Até então ela havia corrido com as Asics Ds Trainer, um modelo que lhe ofereci pois achei apropriado para ela devido à sua ligeira pronação. Apesar de saber que seria o modelo ideal para ela na altura, não houve uma única vez que não terminasse uma meia-maratona (meia-maratona do Porto em Setembro de 2012 e meia-maratona de Lisboa em Março de 2013) ou um treino longo com dôr num dos joelhos. A verdade é que desta vez usou as Kinvara 4, terminou a prova bem e sem dores no joelho ou em qualquer lado. Este é o melhor review que se pode fazer.

Num amigo meu
Tenho também um amigo, que já foi bem pesado, mas que agora se situa pelos 75kg, que adora correr e fá-lo com bastante regularidade. Neste caso usou as Kinvara 2 na maratona, o seu grande objetivo deste ano, terminou-a bem, sem dores de joelhos ou coisas do género. Há semelhança da minha namorada, este meu amigo também era utilizador Asics, de um dos modelos com algum amortecimento e que seria apropriado para ele, e também estava a ter dores num dos joelhos. Com as Kinvara passaram. Boa notícia. 



Galeria









quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Race Report: I Maratona Rock 'n' Roll Lisboa, 2013

Tipo: Atletismo
Distância: 42.2 km (Maratona)
Sapatilhas: Saucony Kinvara 4

Tenho de admitir uma coisa: não planeava fazer esta maratona e, como tal, não a preparei. Uma coisa é certa, alguma coisa havia de sair e, na pior das hipóteses saía eu estrada fora. Felizmente isso acabou por não se verificar. Meti na cabeça que correr uma maratona era correr um quilómetro quarenta e duas vezes e, por isso, seria quilómetro a quilómetro. A verdade é que pensava correr a meia-maratona mas incentivar os outros sem dar o exemplo não cabe na minha cabeça e muitas foram as vezes que  motivei amigos (especialmente dos Village Runners) a fazerem uma maratona que agora, havendo essa oportunidade, não poderia deixar escapar. Inscrevi-me para a prova faltando pouco mais de um mês e meio para a mesma com a sensação que mesmo não treinando iria (e tinha de) chegar ao fim, pelo simples motivo de o querer fazer. Ponto.

O pequeno-almoço
O meu pequeno-almoço habitual antes de uma prova, especialmente se for longa é sempre o mesmo: frutos secos com banana. Adicionalmente posso colocar mel, mas não me apeteceu. O porquê deste pequeno-almoço é simples: com os frutos secos ingerem-se muitas calorias sem ser necessário comer muito, deixando o estômago satisfeito mas não cheio e garantindo uma boa dose calórica para o esforço que aí vem. Ter o estômago cheio antes de uma prova não é muito aconselhável.


A prova
O início foi calmo e assim o deveria ser. O que sempre me disseram e acabei por constatar, é que o mais difícil a início é ter cabeça para conter o ritmo no primeiro terço da prova (até ao quilómetro 15, mais ou menos), porque vamos confiantes e ainda nos sentimos bem, só que por vezes esquecemo-nos que ainda temos mais de duas dezenas de quilómetros pela frente. Outra coisa que me disseram é que a prova começava realmente ao quilómetro 30 (tens toda a razão Paulinho).


O grupo do marcador de pace das 3 horas
Segui entre os 4:05 e os 4:15 min/km até apanhar o marcador de pace* das 3 horas e fui com este. O grupo que seguia junto deste marcador de pace era numeroso, seríamos à volta de 20 atletas e ia-me a sentir demasiado bem. Chegados os 12km (sensivelmente) decidi que tinha de ir, e fui. Lembro-me que na altura pensei "ainda te vais dar mal", mas a teimosia é uma coisa que abunda em minha pessoa.


O grupo de dois elementos ao qual me juntei depois da fuga
Fui na minha até encontrar um grupo de dois elementos e com eles fiquei. Pelo caminho ia aproveitando os abastecimentos para beber água e perguntar se algum dos meus companheiros de circunstância também queria. Fui também usando os 3 geles que levei comigo de forma a ir colocando algumas calorias de volta no organismo, mas devo dizer que não sou amante de geles: primeiro, porque sabem mal, depois porque o meu estômago não é fã, mas quando tem de ser, tem de ser!
Comecei a notar que um dos meus dois companheiros começara a quebrar, foi então que eu e o outro elemento decidiu seguir. Curiosamente, este companheiro que seguiu comigo levava um fato de triatlo (gente rija esta, a do triatlo).


O grupo dos Quenianos Brancos
Seguia eu com o meu companheiro do triatlo, quando de repente, a um ritmo avassalador seguia um grupo de quatro elementos que em tudo eram parecidos com os Quenianos, menos na cor. Este grupo de quatro magricelas com uma passada impressionante começou a impor-se sobre nós e, sem mais nem menos, fomos atrás deles. Devo confessar que se não fosse o companheiro do triatlo, eu ter-me-ia ficado com a passada que seguia até então, mas como este se decidiu colar, eu fui também. Foi a melhor coisa que fiz.
Entrei neste grupo, ao quilómetro 28 e depressa passei de um pace médio de 4:08 min/km para 3:58 min/km. Pela primeira vez eu estava realmente a gostar de correr a maratona: seguimos pela Avenida 24 de Julho até ao Terreiro do Paço, aproveitando sempre os abastecimentos para “roubar” uma ou duas águas para mim e para o grupo. Foi aí que senti o momento alto desta maratona com as pessoas que assistiam à prova no Terreiro do Paço a se aperceberem que seguíamos a um ritmo realmente bom (para amadores). Nessa altura perdi a conta a palmas, gritos de incentivo, sorrisos e todo esse tipo de coisas que toda a gente gosta de sentir durante a prova. Rapidamente o grupo ficou contagiado pela motivação e energia que o público passou e chegou-se aos 2:47 min/km de pace em plenos 31km de prova. Eu olhei para o GPS e ri-me para dentro, ao mesmo tempo pensava que com um ritmo daqueles, não tardaria muito até que alguém começasse a quebrar, o que seria uma pena pois neste tipo de desporto não existem inimigos: existem companheiros de circunstâncias e até certa altura só queremos que todos cheguem ao fim no melhor tempo possível, pelo menos é assim que eu penso e foi isso que senti.
Tal como previa, começaram as quebras: o meu amigo do triatlo já havia quebrado antes do Terreiro do Paço e agora era a vez de dois dos “Quenianos Brancos” começarem a quebrar. Eu segui com os outros dois que restavam. Fomos juntos por dois quilómetros e foi aí que tive dificuldades. Só sei que estes dois elementos que seguiam à minha frente corriam como tudo e, em pleno quilómetro 36 adotei uma técnica inédita para mim: fechava os olhos durante uns 5 segundos e acelerava, na tentativa de ficar com eles. Repeti isto um sem número de vezes, ao estilo do “quero comer a sopa, mas não gosto, então vou fechar os olhos para não sentir o sabor”. Quase que resultou! Ou não! Quebrei e passei de um pace abaixo dos 4 min/km para 4:30 min/km.


Só mas nunca abandonado!
Do quilómetro 36 ao 42 foi uma luta. Foi aí que tive de falar muito para dentro, concentrar-me, convencer a minha perna esquerda que teria de ser mas a “corna” não me queria dar ouvidos. Confesso, estes últimos quilómetros foram dolorosos porque abusei quando entrei no último grupo, mas a verdade é que se não o tivesse feito, ficaria ruído por dentro, arrependido e chateado comigo mesmo. Custou, mas valeu a pena. Nestes últimos 6 quilómetros penei mas nunca corri acima dos 4:30 min/km, nunca parei e adorei cada penoso e doloroso metro. Comecei a recuperar quando comecei a ver o grupo de amigos dos Village Runners que já tinham terminado a meia-maratona (que decorreu em simultâneo) e quando vi a minha namorada (a minha coisa boa) e o meu primo (que é como um irmão para mim), que também tinham ido fazer a meia-maratona. O meu primo gritou “Abaixo das 3 horas!” a minha namorada, “vai chouriço, pareces uma menina a correr!” e foi aí que fiquei ofendido e comecei a correr mais rápido (mentira).
No final cruzei a meta com um tempo de chip a rondar as 2 horas 57 minutos e 30 segundos, na primeira vez que fiz a maratona. Fiquei em 36º da geral (contando com os Quenianos e com as Quenianas), 16º no meu escalão (e não é que os Quenianos eram todos do meu escalão?). Adorei, quero repetir mas agora quero treinar para a maratona!

Link do Garmin no Strava: http://www.strava.com/activities/88159732


Orgulho
Estou muito orgulhoso da minha Anastasiya por ter terminado a meia-maratona e o ter feito “nas boas” num tempo igual à sua melhor marca na distância. Estou muito orgulhoso do meu primo Paulo que, mesmo tendo a clavícula partida, fez a meia-maratona em five-fingers (ele que ia para fazer a mini-maratona por ter partido a clavícula e na curva que separava estas duas provas enganou-se de propósito). Estou muito orgulhoso dos restantes Village Runners que fizeram a meia-maratona, em especial nos que se estrearam (grande Traquino). Estou muito orgulhoso de todos os Village Runners que fizeram a maratona (todos pela primeira vez) e aqui tenho que realçar nomes: Ivo Roque, Aníbal Nobre, Cristina Pereira, Pedro Nobre, Raquel Carvalho (primeira portuguesa a chegar!!) e Pedro Rodrigues! Muito obrigado a todos vós por existirem e me motivarem.

Já agora uma palavra à organização: execelente. Já havia feito a meia maratona Rock 'n' Roll em 2011 e admito que foi a melhor que já fiz. Bandas a tocar ao longo do caminho, pontos de hidratação bem colocados e concerto dos Xutos e Pontapés no final, foram, para mim, as mais-valias desta prova, juntando a beleza do percurso.










*marcadores de pace, são os indivíduos que vão neste tipo de provas com uma bandeira às costas referenciando o tempo em que estes estimam terminar a mesma. Neste caso vi para 3 horas até às 4 horas de 15 em 15 minutos (mas podiam haver mais).





















quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Review Saucony Guide 6

Caraterísticas


Categoria: estabilidade
Drop: 8 mm
Peso: 283 g (homem) e 251 g (mulher)
Tecnologia ProGrid: sim
(página oficial)


Review

Para mim, este é um dos "aviões" da Saucony. Tal como as Ride 6esta também é uma sapatilha todo-o-terreno, mostrando-se robusta mas ao mesmo tempo leve. Está provado que já lá vai o tempo que a Saucony fazia sapatilhas mais pesadas pois, pelo que parece, as mais pesadas ficaram mais leves e as que já eram leves (Kinvaras, Fastswitch, etc) tendem a ficar cada vez mais leves e nós, atletas, só temos a ganhar com isso.

Por experiência própria posso afirmar que usei, durante muito tempo as Saucony Guide 5 e, desde logo percebi que estava a calçar um modelo diferente, robusto, com amortecimento e que corrige a passada. Foi usada a mesma tecnologia que se verificou nas Ride 6, ao se diminuir o drop de 12mm para 8mm, promovendo uma passada mais natural e menos apoiada no calcanhar, mas, ao contrário das Ride, as Guide são de estabilidade e isso nota-se claramente, pois, o pé ao tocar no chão, fá-lo na posição correta, promovendo uma passada mais relaxada. Pessoalmente sinto que o pé, no movimento de ascensão da passada, vem relaxado e isso acaba por se sentir no heart-rate, especialmente em treinos mais longos (todos os pormenores contam).

Por algum motivo a Runner's World elegeu as Guide 5 como a melhor sapatilha de 2012 e cheira-me que as Guide 6 vão pelo mesmo caminho, em 2013. Nas Saucony Guide 6, o que já era bom ficou ainda melhor!


A nova sola
Estreei-as num treino leve de aproximadamente 9km e fiquei surpreendido com a diferença que esta nova sola faz, uma vez que a passada sai de forma mais regular. A sola é a principal diferença entre o modelo atual e o anterior, sendo que a mesma é composta pelos mesmos triângulos que as Kinvara 4, ajudando a melhorar a flexibilidade da sapatilha, não aumentando o seu peso.

No review feito pela Runner's World é indicado que as Guide 6 são sapatilhas leves que incorporam um misto de estabilidade e amortecimento. Não podia estar mais de acordo.

Assim sendo, as conclusões a tirar desta sapatilha são muito semelhantes às que se tirou com as Ride 6, acrescentando a estabilidade que estas oferecem. É uma sapatilha fora do normal: excelente estabilidade, flexibilidade melhorada, amortecimento que previligia uma passada natural (8mm de drop), leves, para todo-o-terreno e para todas as ocasiões. Mais indicada para treinos e provas longas mas com bom desempenho em desafios mais curtos.


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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Review Saucony Ride 6

Caraterísticas

Categoria: neutra
Drop: 8 mm
Peso: 280 g (homem) e 249 g (mulher)
Tecnologia ProGrid: sim
(página oficial)


Review

Devo confessar que  sou um amante do minimalismo e de todo o calçado que promove uma ténica de passada mais midfoot, ou seja, que evite com que a primeira parte a tocar no chão seja o calcanhar. Foi aí que fiquei fã da Saucony, mais especificamente das Kinvara 2, na altura (já vou para as Kinvara 4 e o modelo não pára de ficar melhor) que não sendo umas sapatilhas completamente minimalistas, oferecem-me leveza e reforço a meio do pé.

No entanto, como qualquer corredor que treine com regularidade, não acho que se deva treinar apenas com calçado a tender para o minimalista, uma vez que as sapatilhas com maior suporte existem para isso mesmo: dar mais suporte, auxiliando os músculos usados no ato da corrida que podem estar fatigados pelo volume de treino ou pelo simples fato de sermos iniciantes na corrida e ainda não termos o desenvolvimento necessário nas cadeias musculares inferiores. É aí que entram as Saucony Ride 6.

Se o que se procura é uma sapatilha que, não sendo muito pesada (até leve para o seu efeito), apresente uma durabilidade acima da média, com um bom suporte no calcanhar (mas não exagerado, neste caso com 8mm de drop*), que proporcione uma passada midfoot, que seja um autentico todo-o-terreno e que ainda por cima seja muito bonita, então esta é a sapatilha ideal. A ideia da Saucony com este modelo é dar a sensação de uma passada mais natural, tendo o calcanhar mais baixo mas ainda assim proporcionando um amortecimento fiável e amplo. De referir que as primeiras edições deste modelo tinham um drop de 12mm.

As Saucony Ride 6 são sapatilhas que, segundo a Runner's World (revista de Runners mais conceituada do mundo), oferecem amortecimento para corridas longas, mas são leves o suficiente para os esforços rápidos. Dizendo ainda que é um modelo durável apropriado para os corredores mais intermediários.

Pessoalmente notei a leveza mencionada pela Runners' World uma vez que as estreei com um treino de séries longas (2 x 2 milhas) e estava à espera de as sentir mais pesadas nos pés, mas a verdade é que acabou por se verificar o contrário, uma vez que o bom amortecimento que as mesmas oferecem acabam por proporcionar uma corrida bastante leve, confortável e fluida.

Assim sendo, aconcelho as Ride 6 da Saucony a quem procura um par de sapatilhas neutro, pronto para todas as ocasiões, que sejam confortáveis, com amortecimento q.b. para permitir uma passada natural e com uma durabilidade acima da média. Para mim, serão o meu par de eleição para os treinos diários e em especial para treinos mais longos. Não é de estranhar os prémios que este modelo tem recebido ao longo dos anos, desde as Ride 1 até às Ride 6.


*drop é a medida usada em calçado desportivo, em especial na corrida, para desginar a diferença de altura entre a biqueira e o calcanhar da sapatilha. No caso das Ride 6 é de 8mm, sendo que nos modelos Ride 1 a Ride 4 o mesmo era de 12mm, o que proporcionava uma passada mais ampla mas mais pesada. Quanto menor o drop, menos tendência se tem a correr com o calcanhar, sendo que se deve procurar o equilibrio nesta medida para que se possa ter uma passada fluida mas ao mesmo tempo o suporte necessário na sapatilha. No meu caso, esse equilibrio encontra-se entre os 4mm e os 8mm de drop.

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